21 de fev de 2011

Próximo Eclipse






Eclipses 2011



DIA 15 DE JUNHO DE 2011- ECLIPSE TOTAL DA LUA

TemposDiaHora (UT)Dia (local) Hora
A Lua entra na penumbra 1517:24,6 1514:24,
A Lua entra na sombra 1518:22,9 1515:22,
O eclipse total começa 1519:22,5 1516:22,
Meio do eclipse 1520:12,6 1517:12,
O eclipse total termina 1521:02,7 1518:02,
A Lua sai da sombra 1522:02,3 1519:02,
A Lua sai da penumbra 1523:00,7 1520:00,




ECLIPSES NÃO VISÍVEIS NO BRASIL

DATA UT TEMPOS
4 Janeiro 2011
1 Junho 2011 21:17 Parcial do Sol
1 Julho 2011 08:39 Penumbral do Sol
25 Novembro 2011 06:21 Parcial do Sol
10 Dezembro 2011 09:33 Total da Lua

13 de fev de 2011

Sentindo Egrégoras






Primeiramente, quero que pense a respeito deste tema de uma forma profunda.
Muitos ja se sentiram um leve mal-estar ao entrar em algum lugar, ou sentiu-se irritado sem razão aparente, ou um arrepio tão forte que deixou o corpo parecendo estar em "chamas".
Assim como muitos nada sentiram.

Vale lembrar que tudo é feito de energia. Cada molécola possui energia, o son possui vibrações que também são energia.

Se tudo é energia. Os pensamentos também são, pois ao pensar ou lembrar de algo, logo criamos um sentimento dentro da gente, seja ele de alegria, de conforto ou de mágoa e raiva.
Todo sentimento gera uma carga de energia, e as palavras junto aos sentimentos dão vida a esses sentimentos! Ponto ...
Chegamos onde desejava chegar:
Egrégoras.
Sentimentos constantes, fixos carregados de sentimentos. Acabam assim criar egrégoras.

Infelizmente a maioria de nós, não estamos aptos a enchergarmos essas egrégoras. (ja pensou se todos enchergassem? Seria um caos! Garanto! )...
Mas independe se enchergamos ou não, tudo se fixa nos espaços da vida. Deste plano que rotulamos de Mundo Físico.
As egrégoras se fixam em outros planos. Um deles é o Plano Astral e Mental.
Para quem não encherga a olho nú, lanço uma sugestão:
Ao entrar em um cômodo de alguma casa ou loja. Esvazie a mente e olhe para o ambiente. E se pergunte: Quais são as egrégoras que aqui residem?
Então deixe vir as sensações em seu corpo. Os pensamentos que surgem ... Quais são? Sente arrepios? Sente-se em paz? Sente-se rodeado por crianças? O que sentes? O q vem em sua mente? Mas não tente manipular e se questionar o porque q estaires a sentir isso tudo. Apenas deixe vir.

Com prática passarás a sentir todas as egrégoras que se fixaram em tantos lugares que frequentas.

Duvida? Faça um teste de 1 mês. Porém, quanto mais ansioso ficares, menos resultados surgirão. Apenas limpe a mente e observe, e deixe vir todas as sensações. E supreenda-se ...

E caso sentir-se muito mal, apenas pare de prestar atenção no ambiente, e visualize você dentro de uma bolha de luz muito forte e confortante. Isso ja bastará para voltar a se sentir bem.

Carpe Noctem.

12 de fev de 2011

"Marionete Quebrada"





Quando meu coração podes tocar
O fez assim docilmente parar
Amarrastes fios transparentes
Com seus mórbidos desejos
Me manipulando gentilmente

Meus olhos parecem vidro
Mas derramaram oceanos inteiros
Minhas mãos cortadas não moviam mais
Paralisada por sua ironia fugaz
Na dor e desespero
Assim puderam sentir
A textura caótica do seu existir.

"Marionete quebrada"
Em sua mente fui rotulada
Por não satisfazer suas vontades
E não permitir mais ouvir
Tantas bobagens de sua boca gelada
Em suas lamúrias tempestuosas
Deixando as águas serenas
Turvas, negras e dolorosas.

Após tantas tempestades
Os fios se quebraram
Trazendo a liberdade
Das noites que tanto almejei ter.

Agora livre estou
Sem lágrimas e dor
De "marionete quebrada"
Voltei a ser o Anjo da liberdade
Da amizade
E da minha sublime graciosa Solidão.

4 de fev de 2011

A Lagarta de Vidro





Existe dias que acordamos reflexivos.
Um silêncio entorpecente invade nosso ser.
Trazendo lembranças de um passado distante.

O mundo la fora perde seu brilho
E os pássaros perdem seu canto
Só resta as vozes que navegam
Na melancolia do existir.

Passamos a nos perguntar:
Qual o sentido de ser e estar?
Aqui.

E as horas escoam pela escuridão passageira
Como pegadas que somem
Das nebulosas areias
Cinzas espalhanm-se pelo tempo
Trazendo um milhão de cenas
Em fragmento

No espelho reflete a lagarta de vidro.
Presa em seu mórbido mundo
Esperando ilusoriamente o fim.
Seríamos nós a lagarta de vidro?
Passando meses em nosso casulo
Sofrendo

Sem esperança de vermos o brilho do amanhecer
Para quando menos esperarmos
Ganharmos grandes asas
E assim nos libertarmos
Do drama e da ilusão
De que tudo acabou.

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