14 de jun de 2017

Areias do Tempo


Areias do Tempo
(LunA Daimon)

Caminhando por vales mundanos,
Tudo posso observar,
O tempo devorando,
As almas dos ocupados,
Sem parar.

Não há mais sorrisos,
Não há mais esperanças,
Não há mais sonhos,
Nem tempo de lembrar.

Tic tac, o tempo te escoa,
O demõnio lhe espera,
O anjo lhe abandona,
 Mas está tudo "normal"

Turbulência,
Correria,
Todos estão vazios,
Sem sintonia,
Mas está tudo "normal",


Coração acorrentado,
Pelos fantasmas do teu passado,
Onde tudo está errado.
Menos tuas convicções.

Não reconheço estes olhos,
Tão deprimentes,
Olhos sem amor,
Olhos diferentes,
Dos meus olhos.

Tic tac,acabou!
Agonize-se em tuas escolhas.
Destrua-se nas consequências,
E não desarme-se por um segundo,
Para que os ponteiros e a balança,
Não te sucumba lentamente,
Sua vida medíocre,
Seu corpo,
Sua mente.

Tudo vai girar,
Os olhos irão fechar,
E o que restará?
Pedras acumuladas,
Pesar,

Tic Tac,
Acabou.













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