16 de jan de 2014

Trovao


Trovão
Escrito por LunA Daimon

Que venham as tempestades!
Purificando-me das impurezas sutis,
Afogando este tormento sem fim.

Grandioso deus trovão,
Parte sem receio,
O que se oculta na escuridão,
Deste meu ser sem direção.

Ilumina os cantos negros,
Revelando-me meus medos,
Dizimando esta névoa,
Que torna-me perdida e cega,
Que tira o sono e a vida,
Como a pluma ao vento.

Vales e folhas verdejantes,
Fazem-me reviver,
Juntos as gotas translúcidas e negras,
Despertam meu próprio ser.

Resurjo dentro dos sonhos lucidos,
Para trazer o que um dia busquei,
A esperança dos perdidos,
E dizer que um dia desejei,
O eterno amor sincero.



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