16 de jan de 2014

Trovao


Trovão
Escrito por LunA Daimon

Que venham as tempestades!
Purificando-me das impurezas sutis,
Afogando este tormento sem fim.

Grandioso deus trovão,
Parte sem receio,
O que se oculta na escuridão,
Deste meu ser sem direção.

Ilumina os cantos negros,
Revelando-me meus medos,
Dizimando esta névoa,
Que torna-me perdida e cega,
Que tira o sono e a vida,
Como a pluma ao vento.

Vales e folhas verdejantes,
Fazem-me reviver,
Juntos as gotas translúcidas e negras,
Despertam meu próprio ser.

Resurjo dentro dos sonhos lucidos,
Para trazer o que um dia busquei,
A esperança dos perdidos,
E dizer que um dia desejei,
O eterno amor sincero.



15 de jan de 2014

Complexidade


Complexidade
Escrito por LunAh Daimon

Quem sou eu para dizer o que se pode fazer?
Sem ter que olhar para traz
E notar que nao se tem mais
As fagulhas que explodiam com razao.

Distante como o horizonte
Encontro de tao longe
Seus olhos e sua mao

Quem sou eu para impedir
Estradas que precisas seguir
Para vossa prosperidade alcançar?

Mesmo eu desejando
O simples respirar em meu rosto
O tempo todo
Nada posso fazer a meu gosto
Alem de deixar-te encontrar
Meu desgosto submergido
Ao meu triste admirar

Da grande muralha
Que parece nunca acabar
Rolam pedras
Caem faces
Escorrendo o fluido
Que fazia o coraçao negro acalmar

Direçoes me fizeram perder
Dentro da hipnotica escuridao de querer
Ter o que nao se compreende
Na complexidade da compreensao ausente
Entre nossos destinos..

O que virá?
O que ha de vir e merecer.

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